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Por: Carolina Gomes, Lara Moser, Márcio Leonardo, Lucas Tristão, Ingrid, Yasmin Mabília.

sábado, 10 de setembro de 2011

Escravidão no Brasil

Antigamente

A escravidão, também conhecida como escravismo ou escravatura, foi a forma de relação social de produção adotada, de uma forma geral, no Brasil desde o período colonial até o final do Império. A escravidão no Brasil é marcada principalmente pelo uso de escravos vindos do continente africano, mas é necessário ressaltar que muitos indígenas também foram vítimas desse processo. A escravidão indígena foi abolida oficialmente por Marquês do Pombal, no final do século XVIII.

Os escravos foram utilizados principalmente na agricultura – com destaque para a atividade açucareira – e na mineração, sendo assim essenciais para a manutenção da economia. Alguns deles desempenhavam também vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos.

A escravidão só foi oficialmente abolida no Brasil com a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. No entanto, o trabalho compulsório e o tráfico de pessoas permanecem existindo no Brasil atual, a chamada escravidão moderna, que difere substancialmente da anterior.

Hoje

Nas letras da lei, a escravidão está extinta, porém, em muitos países, principalmente onde a democracia é frágil, há alguns tipos de escravidão, em que mulheres e meninas são capturadas para serem escravas domésticas ou ajudantes para diversos trabalhos. Há ainda o tráfico de mulheres para prostituição forçada, principalmente em regiões pobres da Rússia, Filipinas e Tailândia, dentre outros países.

A expressão escravidão moderna possui sentido metafórico, pois não se trata mais de compra ou venda de pessoas. No entanto, os meios de comunicação em geral utilizam a expressão para designar aquelas relações de trabalho nas quais as pessoas são forçadas a exercer uma atividade contra sua vontade, sob ameaça, violência física e psicológica ou outras formas de intimidações. Muitas dessas formas de trabalho são acobertadas pela expressão trabalhos forçados, embora quase sempre impliquem o uso de violência.

Minha Opinião

A escravidão foi abolida em 1888, é o que diz a lei. Mas não é bem isso que acontece em muitas fazendas ainda há escravos, o que é um absurdo. Necessitamos de fiscalização em fazendas suspeitas, e mais, uma pena de uns 90 anos de prisão. Quem faz dos outros de escravo, não é homem não é gente, é um animal.


NÃO FAÇA COM OS OUTROS O QUE VOCÊ NÃO GOSTA QUE FAÇA COM VOCÊ !!

Por: Carolina Gomes

Bóias-Frias no Brasil

O que é?
O boia-fria ou tassalariado rural é o trabalhador que, expulso do campo, vai constituir uma massa de trabalhadores temporários residindo nas periferias urbanas. Migram de uma região agrícola para outra, acompanhando o ciclo produtivo das diversas culturas. São agricultores em diversas lavouras mas não possuem suas próprias terras. Podem ser considera dos proletários rurais, reproduzindo as condições alienantes de produção capitalista no campo.

Condições de trabalho.
Os boias-frias eram conduzidos sem segurança, geralmente nas carrocerias de caminhões de casa até as plantações. Os locais variam de acordo com as épocas do ano e as épocas de colheita.
Os boias-fria surgiram principalmente pelo trabalho assalariado nas propriedades rurais. Eles eram pequenos proprietários de terras que ganhavam muito pouco com o que produziam, e quando os grandes proprietários de terras passaram a oferecer pagamento, e não parte da produção, esses pequenos proprietários venderam suas terras e foram trabalhar nas lavouras, principalmente de cana.
E vivem de trabalhos mal remunerados, mudando constantemente de trabalho para que tenham dinheiro para sobreviver.

Minha opinião
O boia fria trabalha no sol quente, com apenas uma refeição praticamente sem água o que é fora de cogitação. O salário é péssimo. Então acho que em pleno século XXI, temos que acabar com esse pensamento e esse tipo de trabalho, isso não é vida gente. Existem vários outros tipos de trabalho, se vc tem necessidade e precisa escolher este, não escolha, procure outro e tente..

postado por: Carolina gomes.

Fonte: Wikepédia

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

BÓIA-FRIA

O boia-fria ou assalariado rural é o trabalhador que, expulso do campo, vai constituir uma massa de trabalhadores temporários (volantes) residindo nas periferias urbanas. Migram de uma região agrícola para outra, acompanhando o ciclo produtivo das diversas culturas. São agricultores em diversas lavouras mas não possuem suas próprias terras. Podem ser considerados proletários rurais, reproduzindo as condições alienantes de produção capitalista no campo.
O nome advém do fato de estes trabalhadores levarem consigo suas próprias refeições (na gíria, boia) em recipientes sem isolamento térmico desde que saem de casa, de manhã cedo, o que faz com que elas já estejam frias na hora do almoço.
O ambiente de trabalho precário e insalubre, com elevadas temperaturas (em decorrência não só da ação solar, mas também da prática da queima da cana antes de seu corte) e exposição à poeira e à fuligem da cana queimada. Ainda, a ausência de instalações sanitárias, refeitórios e locais adequados de estocagem e condicionamento de marmitas e garrafas de água e café, além da inexistência de veículos e equipamentos de primeiros socorros; e o  desrespeito aos direitos trabalhistas, que se dá com a não observância do intervalo para refeição e das pausas para relaxamento e alongamento, pagamento incorreto das horas in itinere, não discriminação no atestado de saúde ocupacional dos riscos da atividade dos rurícolas, intimidação e práticas anti-sindicais, dentre outros.
OPINIÃO:
As condições de trabalho desses trabalhadores é desumana. Ficam sujeitos  a vários tipos de doenças devido ao ambiente de trabalho, pois, além de ser um trabalho pesado, com uma carga horária puxada, sem o mínimo de segurança ou dignidade.
Atrás da fumaça dos canaviais queimados enconde-se a “cortina de fumaça” que é a vergonha, o descaso das autoridades e principalmente a exploração capitalista.
YASMIN MABILIA B. PAES

RACISMO


É muito comum nos dias de hoje ouvir falar sobre o racismo e cada vez mais há necessidade de discutirmos este assunto, porque infelizmente muitas pessoas ainda não estão consciencializadas para este problema.  Mas, afinal o que é racismo?
Racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas diferentes e superiores umas em relação às outras. Não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com a sua matriz racial. O que é mais comum numa atitude racista é evidenciar a diferença na cor da pele, porque o nosso racismo é contra aquele que não é como nós – preto, branco, mais magro ou mais gordo, etc. O racismo não tem fronteiras e existe até dentro da mesma raça. Todos somos um pouco racistas, por isso é muito importante debatermos este assunto hoje em dia para que este problema diminua.
Fonte:www.fundacaodteiforum.com

MINHA OPINIÃO

O racismo contra qualquer raça, representa a maior falta de respeito e covardia da história humana, se utilizam desse do preconceito como se isso fosse algum tipo de teoria científica, para justificar a dominação, a exclusão e o próprio pensamento preconceituoso.
Não podemos deixar que isso se perpetue, ninguém é superior a ninguém.
Isso é uma vergonha!


Postado por Yasmin Mabilia B. Paes – T 801

Boias frias

Bóia-Fria

1.        O que é?

No dicionário “bóia-fria” é o “trabalhador agrícola que se desloca diariamente para propriedade rural, geralmente para executar tarefas sob empreitada”.

2.        Condições de trabalho:


O dicionário não menciona suas condições indignas e perigosas de trabalho. Sem direitos, sem educação, trabalhando nas terras de outro por salários que não são suficientes nem para uma pessoa, que dirá para uma família.
O termo bóia-fria surgiu do costume destes trabalhadores de levar uma marmita consigo logo cedo e, na hora do almoço comê-la fria mesmo (bóia, uma gíria para comida + fria).
O grande problema dos bóias-frias é que suas condições de trabalho são as piores possíveis, estando muitas vezes aliadas às condições de escravidão e trabalho infantil.
3.        Crítica:
Em Ribeirão Preto, em junho de 2007 foi feita uma denúncia da morte de quinze pessoas por causa de trabalho excessivo na colheita da cana-de-açúcar. Segundo a denúncia feita pelo “Relatório Nacional de Direitos Humanos, Econômicos, Sociais e Culturais”, uma iniciativa apoiada pela ONU, a morte dos quinze trabalhadores teria ocorrido por acidente vascular cerebral e parada cardiovascular ocasionados pelo trabalho excessivo e pela falta de água potável, moradia apropriada, equipamentos de primeiros socorros e ambulância.
O mais preocupante é que casos como este ocorrem no Brasil todo, sem que ninguém tome conhecimento. O caso relatado acima ocorreu em uma das regiões mais desenvolvidas e urbanizadas do país, imaginemos então, o que deve ocorrer em outras regiões menos estruturadas do Brasil. Mas, ao mesmo tempo, diversas organizações buscam combater este tipo de trabalho.
Uma delas é a organização “Sucre-Ethique” (Açúcar – Ético), formada por representantes do Brasil, França, África, Burquina-Faso, Paraguai e Madagascar, busca reunir sindicatos, produtores, indústrias açucareiras e a sociedade civil na luta por melhores condições sociais e ambientais.

Ø Trabalho escravo no Brasil atual:

A nova escravidão é mais vantajosa para os empresários que a da época do Brasil-Colônia e do Império, pelo menos do ponto de vista financeiro e operacional. O sociólogo norte-americano Kevin Bales, considerado um dos maiores especialistas no tema, traça em seu livro “Disposable People: New Slavery in the Global Economy” (Gente Descartável: A Nova Escravidão na Economia Mundial), paralelos entre esses dois sistemas.
Antigamente, a propriedade legal era permitida, hoje não. Mas era muito mais caro comprar e manter um escravo do que hoje. O negro africano era um investimento dispendioso que poucas pessoas podiam ter. Hoje, o custo é quase zero - paga-se apenas o transporte e, no máximo, a dívida que o sujeito tinha em algum comércio ou hotel. Além do fato de que, se o trabalhador fica doente, é só largá-lo na estrada mais próxima e aliciar outra pessoa. O desemprego é gigantesco no país, e a mão-de-obra, farta.
Na escravidão contemporânea, não faz diferença se a pessoa é negra, amarela ou branca. Os escravos são miseráveis, independentemente de raça. Porém, tanto na escravidão imperial quanto na do Brasil de hoje, mantém-se a ordem por meio de ameaças, terror psicológico, coerção física, punições e assassinatos. Ossadas têm sido encontradas em propriedades durante ações de fiscalização, como na fazenda de Gilberto Andrade, família influente da região Sul do Pará.

Ø Crítica pessoal:
                                       
Pessoas que trabalham sem saneamento, água tratada e ate mesmo sem moradia. São os trabalhadores com mais força de vontade.
Mesmo sendo errado eles acordam cedo, trabalham duro pra caramba para ganhar o que não dá nem pra se sustentar direito (imagine uma família), e comem comida fria que fica várias horas no sol quente. E nós reclamando de nossos trabalhos.
postado por : Márcio Leonardo

Bóia-frias

O que é Bóia – Fria no Brasil?

“Bóia – fria” é o trabalhador agrícola que se desloca diariamente para propriedade rural, geralmente para executar tarefas sob empreitada [Obra por conta de outrem].

Condição dos Bóias – Frias no Brasil:

·        Um bóia – fria corta em média 12 toneladas de cana por dia.
·        Para cortar 10 toneladas de cana, o trabalhador precisa desferir [Arremessar] 9.700 golpes de podão – instrumento usado no corte.
·        Cada tonelada de cana – de – açúcar queimada cortada rende em média R$ 2,20 ao bóia – fria.
·        Uma tonelada de cana – de – açúcar queimada cortada rende em média 148 kg de açúcar.
·        Uma saca (50 kg) de açúcar cristal é negociada a R$ 31,80.
·          Um cortador eficiente ganha cerca de R$ 600 brutos por mês.
·        A jornada de trabalho de um bóia – fria começa às 5 horas da manhã e pode terminar às 5 da tarde.
·        Piracicaba é uma das maiores cidades produtoras de cana – de – açúcar na região de São Paulo.
·        O bóia-fria trabalha em condições de higiene muito precária. Não existe, por exemplo, banheiros no canavial.

Críticas a este tipo de trabalho:

- Este tipo de trabalhador vive em condições precárias.
- Não possuem, em seu local de trabalho, condições de higiene.
- Estão sujeitos a serem picados por cobras, mosquitos e outros animais nocivos.
- Tem uma carga horária de trabalho muito elevada, em média, 12 horas por dia.
- Não recebem um salário digno pelo seu trabalho
- Não tem assistência médica, odontológica, etc.
- Na sua maioria não possui escolaridade e alguns possuem uma escolaridade mínima.
- Trabalham debaixo de sol muito forte e até mesmo de chuva
- Não trabalham com equipamentos de proteção e, às vezes, quando é oferecido pelo patrão já é equipamento ruim como, por exemplo, luvas rasgadas.


Escravidão no Brasil atual:

Escravo – É o indivíduo que não tem liberdade, ou seja, que não é livre. É o indivíduo que está sobre o domínio, nos dias de hoje, de um patrão. No passado o escravo, geralmente negro, era visto como uma mercadoria. Podia ser comprado e vendido livremente. Com a abolição da escravatura entende-se que acabou o trabalho escravo, porém, os indivíduos atualmente são escravizados pelo poder econômico. Eles ficam sujeitos aos seus “patrões” pelo endividamento. Endividamento este que são gerados pelos patrões com transporte para o local de trabalho, compra de alimentos, e outros. Geralmente, os patrões, possuem um mercado onde os “escravos” compram o seu sustento a preços elevados, e não tendo como pagar o que devem ao patrão eles se sujeitam a trabalhar, a preços estabelecidos pelo patrão, para saldar suas dívidas. Eles ficam ligados ao patrão, porque o que ganham não é suficiente para pagar suas dívidas. Com isso, eles estão sempre devendo aos patrões. Alguns patrões, por sua vez, ameaçam até de morte os seus “trabalhadores”.
            Nos dias atuais nos deparamos com o trabalho escravo em vários segmentos da sociedade, variando de acordo com a região. Temos trabalho escravo nas carvoarias ( local onde se produz carvão ); nas olarias ( local onde se produz tijolos ); em grandes propriedade rurais ( trabalho em lavoura de café, cana e outros );

Reportagem:


                                                                                 Trabalho escravo na colheita de cana.
 
Nas letras da lei, a escravidão está extinta, porém, em muitos países, principalmente onde a democracia é frágil, há alguns tipos de escravidão, em que mulheres e meninas são capturadas para serem escravas domésticas ou ajudantes para diversos trabalhos. Há ainda o tráfico de mulheres para prostituição forçada, principalmente em regiões pobres da Rússia, Filipinas e Tailândia, dentre outros países.
A expressão escravidão moderna possui sentido metafórico, pois não se trata mais de compra ou venda de pessoas. No entanto, os meios de comunicação em geral utilizam a expressão para designar aquelas relações de trabalho nas quais as pessoas são forçadas a exercer uma atividade contra sua vontade, sob ameaça, violência física e psicológica ou outras formas de intimidações. Muitas dessas formas de trabalho são acobertadas pela expressão trabalhos forçados, embora quase sempre impliquem o uso de violência.
Atualmente, há diversos acordos e tratados internacionais que abordam a questão do trabalho escravo, como as convenções internacionais de 1926 e a de 1956, que proíbem a servidão por dívida. No Brasil, foi somente em 1966 que essas convenções entraram em vigor e foram incorporadas à legislação nacional. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) trata do tema nas convenções número 29, de 1930, e 105, de 1957. Há também a declaração de Princípios e Direitos Fundamentais do Trabalho e seu Seguimento, de 1998.
De acordo com o relatório da OIT de 2001, o trabalho forçado no mundo tem duas características em comum: o uso da coação [constrangimento] e a negação da liberdade. No Brasil, o trabalho escravo resulta da soma do trabalho degradante com a privação de liberdade. Além de o trabalhador ficar atrelado a uma dívida, tem seus documentos retidos e, nas áreas rurais, normalmente fica em local geograficamente isolado. Nota-se que o conceito de trabalho escravo é universal e todo mundo sabe o que é escravidão.
Vale lembrar que o trabalho escravo não existe somente no meio rural, ocorre também nas áreas urbanas, nas cidades, porém em menor intensidade. O trabalho escravo urbano é de outra natureza. No Brasil, os principais casos de escravidão urbana ocorrem na região metropolitana de São Paulo, onde os imigrantes ilegais são predominantemente latino-americanos, sobretudo os bolivianos, e mais recentemente os asiáticos, que trabalham dezenas de horas diárias, sem folga e com baixíssimos salários, geralmente em oficinas de costura. A solução para essa situação é a regularização desses imigrantes e do seu trabalho.
A escravidão no Brasil foi extinta oficialmente em 13 de maio de 1888. Todavia, em 1995 o governo brasileiro admitiu a existência de condições de trabalho análogas à escravidão. A erradicação do trabalho escravo passa pelo cumprimento das leis existentes, porém isso não tem sido suficiente para acabar com esse flagelo social. Mesmo com aplicações de multas, corte de crédito rural ao agro pecuarista infrator ou de apreensões das mercadorias nas oficinas de costura, utilizar o trabalho escravo é, pasmem, um bom negócio para muitos fazendeiros e empresários porque barateia os custos da mão de obra. Quando flagrados, os infratores pagam os direitos trabalhistas que haviam sonegado aos trabalhadores e nada mais acontece.
De modo geral, o trabalho escravo só tem a prejudicar a imagem do Brasil no exterior, sendo que as restrições comerciais são severas caso o país continue a utilizar de mão de obra análoga à escravidão. Como são público e notório que o Brasil usa trabalho escravo, sua erradicação é urgente, sobretudo para os trabalhadores, mas também para um bom relacionamento comercial internacional.
Criada em agosto de 2003, a Comissão Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE), órgão vinculado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, tem a função de monitorar a execução do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo. Lançado em março de 2003, o Plano contém 76 ações, cuja responsabilidade de execução é compartilhada por órgãos do Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público, entidades da sociedade civil e organismos internacionais.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

 

Críticas a este tipo de trabalho:

- Este tipo de trabalhador vive em condições precárias.
- Não possuem, em seu local de trabalho, condições de higiene.
- Estão sujeitos a serem picados por cobras, mosquitos e outros animais nocivos.
- Tem uma carga horária de trabalho muito elevada, em média, 12 horas por dia.
- Não recebem um salário digno pelo seu trabalho
- Não tem assistência médica, odontológica, etc.
- Na sua maioria não possui escolaridade e alguns possuem uma escolaridade mínima.
- Trabalham debaixo de sol muito forte e até mesmo de chuva
- Não trabalham com equipamentos de proteção e, às vezes, quando é oferecido pelo patrão já é equipamento ruim como, por exemplo, luvas rasgadas.
- O que podemos dizer é que o trabalhador escravo, nos dias de hoje, tem liberdade. Ele deixou de ser uma mercadoria e passou a ser respeitado como cidadão, ou seja, ele não pode ser comprado ou vendido como eram os escravos antigamente. Também podemos citar que antigamente, somente os negros eram escravos. Atualmente negros e brancos se tornaram escravos do poder econômico.
Postado por: Ingrid - Turma: 801

Ideias impossíveis


Socialismo é o que a gente quer
Procurar algo perfeito
Fazer algo que você, não encontre defeito

Se o Utópico não está dando certo tente o cristão
Entre o Anarquismo e o científico, escolho a razão

Capitalismo caído, todo destruído, socialismo é demais
Com metas traçadas, ideias pensadas, com um olhar(2x) a mais

Se você não gosta de religião
O cristão é o problema
O Utópico é delirar demais, é impossível, é uma pena
O Anarquismo pensou pro Comunismo, devo correr
Use a mente para atingir a meta, o científico com a cabeça mexer


Nomes: Lucas, Laís V., Mônica, Gabriel Terra, Yasmin e Carol
Postado por: Lucas